Uma das medidas mais otimizadas face à pandemia do coronavírus tem sido o isolamento social. No entanto, muitas pessoas continuam a ter de sair de casa para cumprir obrigações, tarefas, trabalho e até mesmo ir às compras.
É por isso que a população continua preocupada com possíveis contágios indiretos com outras pessoas. Sobretudo, com aqueles objetos, materiais e superfícies que são usados diariamente de forma recorrente por várias pessoas.
Embora possamos extremar a nossa proteção com géis, máscaras e géis, continuaremos em contacto com zonas onde o vírus poderá estar. O tempo que o Covid-19 consegue sobreviver quando não se encontra num organismo vivo é uma das perguntas mais frequentes.
Presença do Covid-19 no ar
Um estudo recente do CSIC conclui que este vírus pode permanecer até 3 horas no ar. Por outro lado, Linsay Marr, cientista da Virginia Tech revelou ao The New York Times que é "pouco provável" que uma gota que seja suficientemente pequena para flutuar no ar consiga depositar-se na roupa devido à aerodinâmica".
Explica que as pessoas, ao moverem-se, empurram gotas e pequenas partículas no ar à sua volta, a menos que sejam suficientemente grandes para não serem movidas pela corrente de ar.
Dados da Saúde sobre o Covid-19 e as superfícies
No dia 4 de abril, o Ministério da Saúde atualizou o relatório científico-técnico sobre o Covid-19, onde inclui numa secção a capacidade de transmissão e tempo de permanência do vírus em diferentes superfícies.
Desta forma, estes tempos são especificados para estas superfícies para uma temperatura de 21-23ºC com uma humidade relativa de 40%:
- Cobre: 4 horas
- Cartão: um dia
- Aço inoxidável: Dois dias
- Plástico: três dias
No caso do papel, cartas, jornais, é melhor deixá-los repousar pelo menos 24 horas como precaução antes de os manipular. No entanto, no caso do dinheiro, pode durar até 4 dias.
Riscos de contágio do coronavírus
A OMS, Organização Mundial de Saúde, explica que a maior causa de contágio do vírus é principalmente pelo contacto físico. Desta forma, o vírus concentra-se nas partículas de saliva, tosse ou espirro.
As pessoas tendem a tocar no rosto entre 2000 e 3000 vezes por dia, um hábito com o qual podemos infetar-nos com o vírus após termos estado expostos em situações e superfícies contaminadas.
Medidas de segurança em hotéis
Com estes dados, uma das medidas preferíveis para garantir a segurança tanto do pessoal como dos hóspedes é evitar contactos desnecessários com os distintos objetos e a desinfeção contínua.
Para isso podemos fazer uso da tecnologia. Graças a ela encontramos as fechaduras eletrónicas Onity que nos permitem abrir quartos e portas sem contactos diretos.
Além disso, também podemos contar com estas fechaduras eletrónicas nos cofres dos quartos. Para aquelas pessoas que os utilizam, encontrarão dupla proteção e segurança:
- Nos seus objetos de valor. Os cofres da Onity com fechadura eletrónica são mais seguros que os tradicionais ao disporem de combinação codificada.
- Para quem os utiliza. Estes cofres podem ser abertos sem a necessidade de tocar noutras superfícies suscetíveis a qualquer contágio.
Para alcançar a "nova normalidade" tanto para comércios como para utilizadores e clientes, devemos ouvir e tomar todas as medidas de segurança que estejam disponíveis para podermos continuar o nosso dia a dia com tranquilidade.

