A pandemia da covid-19 provocou um colapso económico sem precedentes em todo o mundo, pelo que os apoios ao investimento na hotelaria têm sido necessários para garantir que um setor tão altamente produtivo para a economia espanhola continue a ser rentável.
Nesse sentido, o investimento na hotelaria espanhola deveria ser direcionado para a capacitação dos funcionários e para a digitalização dos recursos. Ou seja, implementar sistemas sem contacto para garantir as normas da covid.
Aumentar a eficiência operacional e implementar e aprofundar a tecnologia parecem fazer parte da estrutura de investimento nos hotéis. Estas duas linhas são consideradas as mais importantes a seguir.
Eficiência operacional
É imperativo formar cada vez melhor todo o pessoal de um hotel quanto às normas da covid vigentes em Espanha e na Europa. Os funcionários não só devem conhecer as regras e normas, como devem cumpri-las eles próprios.
Por outro lado, para garantir o cumprimento das medidas de segurança, muitos hotéis decidiram investir em kits para serem entregues aos hóspedes no momento da chegada, como máscaras, luvas e frascos de gel hidroalcoólico. Além dos distribuídos em corredores, zonas de passagem e zonas comuns.
Esta é uma parte importante do investimento na hotelaria espanhola, que garante não só ao hóspede, mas também à legislação, o manuseamento adequado de produtos de higiene (para a limpeza de quartos, por exemplo).
Também se observa a instalação de mecanismos de desinfeção automática nas portas e medições de temperatura.
Tecnologia para maior eficiência e segurança
Os apoios ao investimento na hotelaria serviram para implementar dispositivos e sistemas muito mais eficazes para minimizar o contacto. É uma realidade à qual a covid-19 nos obrigou a acostumar.
Em virtude de reduzir os pontos de contacto, desde as entradas até ao modo de pagamento, muitos hotéis e aeroportos implementaram sistemas controlados pelo telemóvel ou métodos de pagamento online, incluindo registo de entrada e saída.
Um protocolo de segurança e higiene deve fazer parte da estrutura de investimento nos hotéis para salvaguardar a saúde dos hóspedes, do pessoal e de todas as pessoas envolvidas nos serviços turísticos.
Este protocolo de segurança pode incluir métodos móveis, que dão acesso sem chaves aos quartos e a outras áreas comuns, como ginásios, restaurantes ou áreas de piscinas, através do telemóvel.
Por exemplo, as fechaduras eletrónicas de proximidade podem ser abertas com o telemóvel via bluetooth, tecnologia que pode até ser implementada nos elevadores.
O acesso sem contacto pode ser totalmente possível, uma vez que as chaves (inclusive os cartões) passam de mão em mão e nunca podem ser totalmente desinfetadas.
Quanto ao registo de entrada, o telemóvel será sempre a ferramenta preferida, uma vez que este processo também pode ser feito (deve ser) a partir do smartphone. Uma vez que o cliente chega ao hotel, o procedimento é realizado a partir do seu telemóvel, ao qual será incorporada a chave eletrónica.
Assim, praticamente chegará ao seu quarto sem ter contacto com o pessoal do hotel ou com os objetos que lá existem. A saída do hotel é exatamente igual.
A tecnologia destaca-se por ser a solução mais apropriada nestes momentos em que é preciso reduzir ao máximo o contacto com superfícies dificilmente controláveis.
